
A próxima
presença da
Liga Portugal.
Documento de defesa visual e estratégica da nova personagem oficial.
Antes da revelação final, existe uma intenção. Antes da forma, existe um território. Antes da mascote, existe uma personagem.
Não estamos a criar uma mascote.
Estamos a criar uma personagem estratégica para a Liga Portugal.
Este projeto não nasce de uma escolha estética isolada. Nasce da necessidade de criar uma presença capaz de aproximar a Liga Portugal dos adeptos, com identidade, comportamento, narrativa e potencial de longo prazo.
Não é apenas um boneco. É uma forma de relação. Não é apenas um elemento visual. É um ativo emocional, institucional e cultural.
A forma final da mascote será a consequência natural da personalidade que estamos a construir.
Antes do desenho,
fechámos o território.
Os workshops permitiram definir a base da personagem antes da sua forma final. Deve ser próxima, carismática, emocionalmente inteligente, jovem na energia, adulta na leitura do contexto e preparada para existir no físico, no digital e nas ativações. Deve ter presença, mas não se impor. Humor, mas elegância. Memorável, nunca infantil.
Personalidade
Próxima, amistosa, inteligente e confiante.
Comportamento
Atrevido com controlo, nunca agressivo.
Função
Tornar a Liga mais humana, próxima e memorável.
Futuro
Nascer como personagem, crescer como plataforma.
A procura por uma forma que só podia nascer em Portugal.
A pergunta inicial não foi “que animal devemos criar?”. A pergunta certa foi: que referência portuguesa pode originar uma personagem verdadeiramente distinta, memorável e proprietária?
Foi neste ponto que o bacalhau seco começou a ganhar força. Não como produto alimentar, mas como matéria cultural, forma visual e memória coletiva.

O bacalhau seco não é apenas uma referência.
É memória coletiva.
É um dos símbolos mais transversais da cultura portuguesa. Está em casas, celebrações, encontros, restaurantes, famílias e histórias. Tal como o futebol, junta pessoas. Tal como o futebol, atravessa gerações. Tal como o futebol, vive da emoção partilhada.
A sua força, neste projeto, não está no lado literal. Está na capacidade de transformar uma referência cultural numa personagem viva.
Tal como o bacalhau junta Portugal à mesa, a mascote deve juntar Portugal nas bancadas.
Uma escolha menos óbvia.
Uma oportunidade muito mais forte.
Escolher o bacalhau seco é uma decisão mais ousada do que seguir por um animal tradicional. É menos imediata. Exige melhor execução. Pode causar estranheza inicial. Mas oferece algo muito mais raro: uma identidade própria, memorável e difícil de replicar.
O risco não é parecer bacalhau.
O risco é parecer um peixe qualquer.
Caminho previsível
Mais fácil de aceitar, mas menos proprietário.
Caminho distintivo
Mais ousado, mas com maior potencial icónico.
Uma mascote de grande entidade não é uma ilustração isolada.
É um sistema vivo de identidade.
As mascotes mais fortes são construídas como sistemas completos: origem, narrativa, personalidade, poses, regras de uso, aplicações, versões físicas e digitais, direitos e evolução futura.
Quali — IPQ
Símbolo institucional transformado em personagem.
Mascotes Olímpicas
Território, história, poses e regras de uso.
FIFA / Grandes ligas
Mascote como ecossistema de marca protegido.
Comunidades desportivas
Figura de pertença, orgulho e ligação emocional.
Não vestimos um bacalhau.
Transformamos uma forma cultural em personagem.
Forma
Silhueta vertical e aberta do bacalhau seco.
Textura
Matéria seca, fibrosa e irregular, tratada de forma premium.
Memória visual
Ligação cultural reconhecida antes de explicada.
De um rabisco a uma personagem.
Nenhum ícone nasce pronto. Baltas atravessou centenas de páginas, dezenas de direções e cinco fases definidas — da intuição mais bruta à forma final esculpida em 3D.

O primeiro rabisco.
Um gesto rápido num caderno. Ainda não é uma mascote — é apenas a forma a procurar-se. Linha solta, proporção bruta, a primeira vez que a ideia existe fora da cabeça.
Centenas de direções.
Estudos de silhueta, proporção, atitude e expressão. Cada miniatura é uma pergunta: e se for mais alto? Mais cómico? Mais imponente? A maioria é descartada — é assim que se chega à direção certa.

A personagem ganha forma.
Escolhida a direção, refina-se. Anatomia, peso, equilíbrio, equipamento, número 27. Cada detalhe ganha intenção. Os apontamentos à volta do desenho são tão importantes como o desenho.

Identidade cromática.
Primeiro estudo de paleta. Azul-marinho da Liga, marfim do bacalhau seco, vermelho como pulsação. A cor não decora — define quem Baltas é antes de qualquer palavra.

Da página ao volume.
Modelação tridimensional em clay neutro para validar proporção, anatomia e silhueta a 360°. É aqui que a personagem deixa de ser ideia e passa a ter corpo, peso e presença real.




Baltas.
A alma viva do futebol português.
Nasce da forma real do bacalhau seco, reinterpretada numa linguagem contemporânea, premium e emocional. Não é uma piada visual. Não é um peixe vestido de jogador. Não é uma mascote infantil. É uma personagem com raiz portuguesa, presença de estádio e potencial para se tornar um ativo memorável da Liga Portugal.

Baltas.
Curto. Próximo. Memorável.
Baltas é curto, próximo e fácil de memorizar. Tem sonoridade de personagem, é simples de dizer e pode ser facilmente adotado por adeptos, famílias e comunicação digital.
Funciona porque ajuda a transformar a mascote numa figura próxima e familiar — um nome que cabe no cântico, no merchandising, no ecrã e na boca de uma criança.
O que Baltas representa.
Portugalidade
Identidade sentida na forma, na textura e na memória.
Carisma
Expressão forte, sorriso confiante e presença memorável.
Proximidade
Personagem feita para se aproximar dos adeptos.
Energia de estádio
Movimento, reação, celebração e emoção coletiva.
Ícone premium
Visual forte, distintivo e institucional.
Diferenciação
Uma mascote que não se confunde com nenhuma outra.
A forma real do bacalhau seco
traduzida em linguagem premium.




Cabeça
Leitura vertical, com expressão humana.
Olhos
Expressivos e gentis, sem exagero infantil.
Boca
Sorriso claro e emocional, sem caricatura.
Silhueta
Reconhecível em sombra, com cauda/crista assinatura.
Costas
Ponto crítico onde a origem se revela.
Corpo
Funcional, equilibrado, pensado para movimento.
De frente, cria empatia. De costas, revela a sua origem.
Textura com memória.
Acabamento com intenção.
A textura de Baltas remete para o bacalhau seco sem parecer suja, pesada ou grotesca. É tratada como matéria nobre, quase escultórica, com leitura tátil e acabamento premium.

A personagem não veste apenas a Liga.
A Liga passa a existir também através dela.
O equipamento é parte da identidade. Não é uma roupa colocada por cima de uma figura — é desenhado para Baltas. O azul-marinho estabelece a presença institucional, o branco garante leitura, o vermelho acrescenta energia controlada e o número 27 liga a personagem à época 2026/27.
Atrevido com coração.
Confiante sem excesso.
Jovem na energia, adulto na leitura do contexto. Tem carisma, humor e presença, mas nunca perde controlo institucional. Não é infantil. Não é arrogante. Não é descontrolado. É próximo, inteligente, afável e memorável.
Tem atitude, mas não atropela. Tem humor, mas não perde elegância.
Fã dos fãs
Cria momentos com os adeptos.
Atrevido
Brinca com controlo, sem ultrapassar limites.
Afável
Aproxima-se com simpatia e leitura emocional.
Icónico
Não passa despercebido.
Um gesto pequeno.
Uma memória grande.
Toda a personagem forte precisa de uma assinatura simples, repetível e reconhecível. Em Baltas, essa assinatura nasce do piscar de olho e do gesto de convocação aos adeptos — humano, direto e emocionalmente claro.
- Entrada em campo
- Fotografias com adeptos
- Conteúdos digitais
- Fan cams
- Stickers e GIFs
- Ativações em estádio

A história de Baltas.
Baltas nasce onde Portugal mais se encontra: entre a emoção do futebol e a memória das coisas que nos unem.
Nasce de uma forma que atravessa gerações, contextos e histórias. Uma forma que Portugal reconhece, mesmo quando não a explica.
Mas Baltas não veio para ficar parado na tradição. Veio para entrar em campo.
Veio para aproximar a Liga das pessoas. Veio para transformar uma referência cultural numa presença viva.
Não escolhe clubes. Escolhe adeptos.
Não vem para jogar. Vem para fazer sentir.


Baltas não existe para ser visto.
Existe para ser vivido.

Pensado para acrescentar experiência. Aproxima-se, provoca com leveza, chama pelo público, cria momentos espontâneos e torna o adepto parte da cena. Baltas não representa um clube. Representa quem vive o jogo.